por Elder Revoredo
Gilson Kleina chegou ao Palmeiras em setembro de 2012, para
tentar salvar o clube do rebaixamento. Não conseguiu. Mas nem tudo foi ruim nos
primeiros meses de trabalho do novo técnico.
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| (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press) |
O time estava cheio de desfalques e sem confiança para
jogar, foi então que Kleina lançou dois garotos da base na fogueira: João
Denoni, e Patrick Vieira. Ambos foram bem e deram esperanças de um futuro melhor
para a torcida.
Foi então que chegou 2013, o ano da nossa segunda Série B.
Em 2003, vários garotos surgiram nessa competição, casos de Edmílson, Diego
Souza e o nome que mais repercutiu: Vagner, que na época ainda não era Love.
Esperava que em 2013, o processo se repetisse, com Denoni e
Patrick tendo mais oportunidades, além de outros jogadores da base. Na
numeração até parecia que ia acontecer, Denoni ganhou a camisa 5, número de
jogador titular. Mas não foi bem o caso.
Márcio Araújo que tinha perdido a 8 para virar o 18, continuou como
titular.
Já com o Patrick Vieira, foi diferente, ganhou a camisa 21,
mas teve diversas oportunidades por conta das lesões do Valdívia no início do
ano. Chegou até a fazer gol no primeiro jogo da libertadores. Mas então, acabou
se machucando, em um jogo da mesma libertadores.
A lesão tirou Patrick de combate por 2 meses, tempo para ele
voltar durante o recesso da Copa das Confederações. Foi titular em todos os
jogos-treinos que o Palmeiras fez no período e parecia que ia voltar para
jogar. Não foi o que aconteceu. Como Kleina o utilizava mais como meia atacante
do que como ponta, Patrick acabou perdendo espaço com as chegadas de Mendieta, Serginho, Ananias e
Felipe Menezes.
