terça-feira, 26 de agosto de 2014

Parabéns, Palmeiras

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Já fomos Palestra Itália, hoje somos Palmeiras. Já fomos “periquitos”, hoje somos “porcos”. Já passamos por diversas dificuldades e continuamos crescendo. Caímos duas vezes, mas voltamos pela porta da frente, de cabeça erguida.

Podemos não ter mais a “defesa que ninguém passa” e “linha atacante de raça”, mas sempre seremos a “Torcida que canta e vibra”, não importa o que aconteça.

Hoje o Palmeiras completa 100 anos, e quando todos esperavam por títulos, brigamos para não cair. Mas quem disse que ser palmeirense é fácil? 

É claro que ao falarmos do Palmeiras, precisamos falar mais do passado do que do presente. Mas por pior que estivermos, sempre iremos acreditar no futuro, afinal, a esperança é verde e é a última que morre.

Não serão “Nobres”, “Brunoros”, “Mustafás”, “Tirones”, “Frizzos” que acabarão com o Palmeiras. Até porque, o Palmeiras nunca vai acabar. Nunca vamos fechar as portas. Nunca seremos pequenos. Sempre seremos gigantes.

Aconteça o que tiver que acontecer, nós, torcedores, estaremos sempre lá. Seremos Palmeiras mesmo que a bola não entre, mesmo que o Palestra se cale, mesmo que o manto sagrado desbote, mesmo que a vitória esteja longe. Seremos palmeirenses, seja longa a jornada, seja dura a caminhada. Palmeiras no peito e na alma, nos gritos e nas palmas, seremos Palmeiras até morrer."

Sempre acreditarei no Palmeiras. Não é uma fé irracional e nem sou louco. Apenas conheço o clube para qual eu torço. O clube chamado três vezes de Academia, pois dava aula de futebol. O clube que não tem um presente do seu tamanho, mas tem uma história enorme. O único clube que teve um Divino e um Santo honrando suas cores.

Que a Nova Arena seja o ponto de partida para o Palmeiras voltar a ser gigante. Não importa se é Allianz Parque, Parque Antárctica ou Palestra Itália, o importante é que teremos nossa casa novamente.
Como disse Joelmir Beting: "Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense... É simplesmente impossível!"

Gostaria de agradecer ao meu avô Euclydes, que infelizmente não está aqui para viver isso, mas me fez palmeirense, me fez amar esse clube. Se hoje estou presenciando o Centenário do Palmeiras, é tudo por causa do meu avô. Obrigado.

“Eu, sempre te amarei e te apoiarei, eu canto ao Palmeiras. São 100 anos de história, de lutas e de glórias, te amo meu Verdão”

PALMEIRAS MINHA FÉ E RELIGIÃO

PARABÉNS SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Nos restou apenas história

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Está muito difícil. Acho que nem o palmeirense mais pessimista imaginou um centenário tão ruim. Em 14 jogos no Brasileirão, estamos com 14 pontos. Um ponto acima da zona de rebaixamente e dois da lanterna. Depois da Copa, fazemos a pior campanha, com apenas um ponto conquistado.

Acabamos de perder Diego Souza para o Sport. Goste ou não do jogador, o fato é que o Palmeiras tentou contratá-lo e não conseguiu. Diego estava longe de ser a solução para os nossos problemas e já teve problemas com jogadores e torcida, mas não é pior que Mendieta, Felipe Menezes, Bruno César e Bernardo. Ainda assim, não conseguimos, perdemos ele para o Sport.

O que esperar de um time que se desfaz dos seus principais jogadores? Se livrou de Barcos, Henrique, Alan Kardec e Valdivia. O último voltou, depois de não conseguir acertar com o clube árabe. Voltou e já virou nossa maior, e praticamente única, esperança para o clássico de domingo.

Não baixaram sequer o preço do ingresso. Fizeram um combo para comprar ingressos para os jogos contra o São Paulo e Coritiba. Era hora de colocar ingressos a R$20 e chamar a torcida. Torcida que está machucada, triste, mas que ainda pode fazer a diferença. Paulo Nobre não trata nem o maior patrimônio do clube com respeito.

Daqui exatas duas semanas será o aniversário do Palmeiras. Com grandes chances de estarmos na zona de rebaixamento. O amadorismo é gritante. Mais de um ano sem patrocínio e acham que está tudo bem.

Tentaram oficializar a Taça Rio de 51 como título mundial. Conseguiram. Mas isso não interessa. Para a torcida, sempre fomos campeões mundiais e é isso que importa. Agora, queremos títulos recentes, para festejarmos.

Na mão de amadores, o Palmeiras vai perdendo sua força. Nunca será pequeno. Temos história e torcida, uma pena que nos sobrou apenas isso. Temos um potencial incrível, mas mal aproveitado. Caminhamos perto da zona de rebaixamento no mês que completamos 100 anos.

Pelo menos não somos reféns do centenário... 

domingo, 27 de julho de 2014

Pré-Jogo: Corinthians x Palmeiras

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Chegou o dia do maior clássico do Brasil. Dia de fazer história. Temos a chance de ganhar o primeiro clássico no Itaquerão e dar a volta por cima nos maus resultados. Hoje é o dia. Avanti Palestra.

As novidades no time do Palmeiras são por conta das ausências de alguns jogadores. Lúcio, fraturou o osso do rosto, e Diogo, com uma lesão na coxa esquerda, estão fora do clássico. Wellington e Mouche devem ser os substitutos.

Provável time: Fábio, Wendel, Wellington, Tobio, M. Oliveira, Renato, Wesley, Felipe Menezes (Mendieta), Mouche, Leandro e Henrique.

O árbitro do clássico será Sandro Meira Ricci, auxiliado por Emerson Augusto de Carvalo e Marcelo Carvalho Van Gasse.

Histórico de confrontos: São 357 jogos na história, com 125 vitórias palmeirenses, 107 empates e 120 derrotas. 

Curiosidade: O derby já foi realizado em 13 campos diferentes, com o Palmeiras tendo melhor retrospecto em 5 deles. Em 7 deles há igualdade, e o Palmeiras só tem retrospecto contra em apenas 1 campo.

Relembrar é viver: 

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Pós-Jogo: Avaí x Palmeiras

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Finalmente o técnico Ricardo Gareca venceu sua primeira partida no comando do Palmeiras. Em Florianópolis, no Estádio da Ressacada o treinador que escalou time misto, viu seus comandados fazer um bom Segundo tempo, e assim deixar o time mais tranquilo para o jogo de volta que acontecerá no dia 06/08 no Pacaembu.

O primeiro tempo foi muito fraco, recheado de passes errados em ambos os lados, com destaque para Wesley, Leandro e Josimar que não conseguiam acertar uma jogada sequer. O único que trabalhou foi o goleiro Fábio em chutes dos experientes Marquinhos e Cleber Santana. No finalzinho ainda da primeira etapa Leandro teve boa chance de abrir o placar, mas seu chute cruzado foi fraco, e ficou fácil para o goleiro Vagner defender.

A etapa complementar foi mais trabalhada, principalmente o time de Ricardo gareca que voltou mais ligado, e aos poucos as jogadas foram surtindo efeito. Weldinho foi mais ofensivo, e o argentino Mouche ainda tímido arriscou boas jogadas, até que aos 11 minutos Felipe Menezes faz Ótima jogada e tocou para Mouche que livre, cruzou na diagonal para Leandro que mais uma vez perdeu uma ótima chance de abrir o placar. Foi o suficiente para Gareca perder a paciência e colocar Bruno Cesar em seu lugar.
Até que aos 16 minutos o Verdão Abriu o placar na Ressacada. Felipe Menezes que fez um Ótimo segundo tempo, recebeu no meio, driblou dois defensores e mandou um chute com a perna esquerda de fora de área que foi no ângulo, sem chances para Vagner. Golaço.

A partida continuou no mesmo ritmo e o Palmeiras era quem criava as jogadas mais agudas, até que aos 25, Josimar faz um lindo passe para Felipe Menezes, que livre na grande área tocou no cantinho de Vagner: 2x0. Três minutos depois Bruno Cesar quase ampliou em chute de fora da área, mas depois os jogadores do Alviverde resolveram segurar o resultado, no final ainda a torcida gritou olé, e ficou por isso.

O time agora volta pra São Paulo mais tranquilo para o próximo jogo. O técnico Ricardo Gareca foi fundamental nas alterações na equipe, e soube lidar com as ocasiões da partida. O time do Avaí não é um dos mais fortes, mas a vitória foi importante para a sequencia da rodada.

(Foto: Cristiano Andujar / VIPCOMM)
FÁBIO (7) – Foi seguro e se saiu bem quando exigido.
WELDINHO (6,5) – Não é nenhum craque, mas fez em um jogo o que Wendel não fez a temporada inteira.
WELLINGTON (6) – Foi muito bem nos desarmes, porém errou a saída de bola, e numa dessas quase o Avaí fez um gol.
M. OLIVEIRA (7,5) – Fez Ótima partida. Ganhou todas pelo alto, e demonstrou muita raça.
VICTOR LUIZ (8) – Gareca vem mostrando que tem olho clínico para a base. Se continuar assim será titular fácil.
JOSIMAR (6) – Errou passes o jogo todo, mas foi recompensado com uma linda assistência para o gol de Felipe Menezes.
WESLEY (5) – Fez um 1º tempo horrível, errou passes e não acertou uma jogada. No 2º tempo evoluiu junto com o restante do time, mas não fez nada demais.
FELIPE MENEZES (9) – No 1º tempo não apareceu muito, mas fez um 2º tempo impecável, acertando ótimos passes, e garantiu o resultado com 02 gols.
MOUCHE (6) – Foi esforçado, arriscou jogada, demonstrou a raça argentina em campo, e aos poucos vai se adaptando ao futebol brasileiro.
LEANDRO (4) – Mais uma partida horrível. Errou um gol na segunda etapa que fez Gareca perder a paciência novamente.
HENRIQUE (5) – Discreto. Arriscou sair da área algumas vezes, mas a bola também não chegou para o atacante.
B. CÉSAR (6) – Entrou para compor o meio de campo e quase fez um gol de fora de área,
MAZINHO (S/N) – Nem tocou na bola direito.
GABRIEL DIAS (S/N) – Jogou pouco tempo.

domingo, 20 de julho de 2014

Pós-Jogo: Palmeiras x Cruzeiro

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Não deu. Palmeiras perdeu mais uma partida no campeonato e continua estacionado nos 13 pontos. Precisamos reagir logo e somar pontos. Que seja contra nosso rival no próximo domingo, nada melhor que bater um rival para a confiança voltar.

Palmeiras começou muito mal o jogo. Sofrendo com o poderio ofensivo do Cruzeiro. Não é a toa que com 10 minutos de jogo, já estava 2x0 para o time mineiro. E foi assim até os 20 minutos. Depois, o Palmeiras comandou a partida.

Eguren sentiu ainda no primeiro tempo e Gareca resolveu ousar. Tirou o volante e colocou Felipe Menezes. A alteração surtiu efeito, que deixou o time mais ofensivo e atacando mais o Cruzeiro. Mas hoje não era o dia dos nossos atacantes. 

Em um bom lance de Mendieta, Leandro chutou em cima de Fábio, no rebote, Henrique veio livre e isolou a bola, perdendo ali a melhor chance do jogo. Logo depois, Leandro foi acionado dentro da área, mas chutou torto para fora.

Veio o segundo tempo, e o Palmeiras voltou em cima. Logo no começo, Felipe Menezes cobrou a falta para a área e Tobio diminuiu o marcador. Isso incendiou o time, que buscou ainda mais o gol de empate.

Depois, em boa jogada de W. Matheus com Leandro, a bola ficou para Henrique, que sem marcação, chutou em cima de Fábio e não conseguiu o esperado gol de empate. Em alguns momentos, o jogo ficou lá e cá, com os dois times tendo chances de gol, mas com o Palmeiras ligeiramente melhor.

A derrota tem aspectos positivos. Vimos um técnico ousado, que colocou o time para cima, sempre buscando o gol. Vimos um time guerreiro, que entrou mal, mas depois teve muita raça. Vimos também que necessitamos urgentemente de reforços. Se eles vierem, dá para sonhar com alguma coisa nesse campeonato.

(Foto: Marcelo Pereira/Terra)
Fábio - 5,5 - Fez defesas importantes, inclusive no chute do Tinga. Mas os dois gols do Cruzeiro foram em cima dele, portanto, bolas defensáveis. Não acho que foram falhas horríveis, mas acho que ele está sentindo a pressão. Convenhamos, se fosse o Bruno, teria sido muito mais criticado.
Wendel - 5,5 - Teve alguns problemas pelo seu lado, mas melhorou em relação a quinta. Apareceu bem no ataque, o problema é que não sabe cruzar.
Tobio - 7,0 - Uma partida muito boa. Parece que encontramos uma zaga firme.
Lúcio - 6,5 - Igual o Tobio. Sua experiência falou alto. Fica com a nota menor pelo gol que o Tobio fez.
W. Matheus - 6,0 - Foi regular. Teve alguns erros, principalmente no primeiro gol. Mas depois melhorou e ajudou a equipe. O importante é que ele jogou na sua função.
Renato - 7,0 - Partida muito boa, deu botes certos, ajudou o time na saída de bola.
Eguren - 5,0 - Foi mal e sua saída foi uma boa para o time.
Mendieta - 6,0 - Tem lampejos de bom jogador, mas parece que se esconde em algumas horas.
Leandro - 6,0 - Melhorou em relação a quinta também, mas ainda precisa colocar o pé na forma.
Diogo - 6,5 - Tem muita raça e vontade. Corre o jogo inteiro.
Henrique - 5,0 - Recebe o 5 pela garra e vontade que teve. Mas podia ter recebido um 7 ou 8. Centroavante não pode perder os 2 gols que ele perdeu.
Felipe Menezes - 6,5 - Incrivelmente, sua entrada melhorou o time.
Mouche - 6,5 - Entrou bem, com vontade. Se continuar com esse esquema, deve virar titular rapidamente.
Érik - 4,5 - Entrou e sentiu a pressão do jogo. Não conseguia acertar suas jogadas.
Gareca - 7,5 - Foi ousado e merecia, ao menos, um empate. Mostrou que não insiste no erro. Quando Renato sentiu, chamou Gabriel Dias, zagueiro, ao invés de Josimar, volante. Chegou a colocar 4 atacantes para buscar o resultado. Com jogadores melhores, pode fazer mais.